Irmã Léa e Irmã Lina saíram do convento para vender biscoitos de polvilho. Ao anoitecer, as duas religiosas deram-se por satisfeitas e resolveram voltar para o convento. Após virar a terceira esquina, Irmã Lina, sempre esperta, notou:
-Há um homem nos seguindo
-Nossa, o que será que ele quer?
-É lógico que ele quer nos estuprar!
-Oh, não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos alcançar. O que vamos fazer?
-É lógico que vamos andar mais rápido
Cinco minutos depois, Irmã Léa preocupa-se:
-Não está funcionando...
-É lógico: ele também começou a andar mais rápido
-E agora, o que devemos fazer? Já já ele nos alcança!
-É lógico que o que nos resta a fazer é nos separar. Vá por aquele lado, Léa, que vou pelo outro. É lógico que ele não poderá seguir nós duas ao mesmo tempo...
Eis que o homem decide seguir Irmã Lina que, lógico, demorou mais tempo a chegar no convento, deixando Irmã Léa aflita:
-Irmã Lina, graças à Deus você chegou! Está tudo bem? Me conte o que aconteceu!
-É lógico que o homem não podia seguir nós duas, então optou por me seguir...
-Ai meu Deus, e aí?!
-É lógico que corri o mais rápido que pude... e é lógico que ele passou também a correr o mais rápido que podia...
-E então? E então?
-É lógico que ele me alcançou
Em tom de tragédia, Irmã Léa pergunta:
-Oh, meu Deus, e o que aconteceu?!!
-É lógico que levantei meu hábito
E Irmã Léa entrega-se ao desespero convulsivo:
-Oh, Irmã Lina! Não me diga que...
-Digo: é lógico que ele abaixou as calças
-Oh, não!! E...
-Não é lógico, Irmã Léa? Uma freira com o hábito levantado consegue correr bem mais rápido do que um homem com as calças arreadas...

E tu jurando que eu tinha dado, né safadeenho?!
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